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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Cris Cyborg


Cristiane Venâncio Justino Santos (9 de julho de 1985) é um artista mista brasileira marciais. She currently lives in San Diego and trains at The Arena MMA gym. Ela atualmente mora em San Diego e trens em O ginásio MMA Arena.

On August 15, 2009, Santos defeated Gina Carano by TKO for the inaugural Strikeforce Women's Lightweight (145-Pound) Championship , [ 1 ] making her the first women's champion in that promotion's history. [ 2 ] Em 15 de agosto de 2009, o Santos derrotou Gina Carano por TKO para Lightweight inaugural Strikeforce Mulher (145 libras) Championship, [1] tornando-a campeã das primeiras mulheres nessa história de promoção.

Gina Carano


Gina Joy Carano (16 de abril, 1982) é uma lutadora de MMA dos Estados Unidos.

Gina também já atuou em alguns papeis em seriados de televisão.

Em 15 de agosto de 2009, após 7 lutas invictas, Gina sofreu sua primeira derrota contra a brasileira Cristiane Santos.[1]

Em outubro de 2009, Gina apareceu semi-nua na capa da revista americana ESPN The Body Issue

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Cláudia Gadelha


Começou nas artes marciaius em maio de 2006, na academia Kimura nova união em Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, com os mestres Jair Lourenço e Robson Pinheiro. Meses depois participou do primeiro campeonato estadual e foi se sentindo cada vez mais envolvida. Na sequência vieram campeonatos maiores como Norte - Nordeste, Brasileiros, Internacionais e mundiais se consagrando campeã na maioria deles. Teve o prazer de conhecer onde a modalidade já era bastante valorizada, principalmente pelo fato de ser um esporte visto como um pressuposto básico complementar voltado para o MMA (Mixed Matial Arts) nacional e internacional. Nesse período foi aprendendo a traspor os obstáculos que a vida nos oferece em prol da própria dignidade, do próprio caráter,fazendo com que algumas situações da vida se tornem mais fáceis de serem manuseadas pelo que aprendemos dentro da filosofia adotada pela arte marcial. Desde o princípio aprendeu que humildade, determinação e disciplina são fundamentais na vida de um atleta, e sempre respeitou esse pensamento. Hoje caminha junto com a arte, sempre competindo e colaborando para o desempenho dos que nela vem nascendo e crescendo.


Claudinha Gadelha a mais nova promessa do MMA...

Boa sorte Claudinha e estamos na torcida.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Lyoto Machida


Lyoto Carvalho Machida (Salvador, 30 de maio de 1978) é um lutador de MMA e karatê brasileiro. Apesar de ter nascido na capital baiana, Lyoto é radicado em Belém, capital do Pará.

Machida é filho do mestre em Caratê Yoshizo Machida. Lyoto iniciou seus treinamentos aos três anos de idade, com seu pai e mestre Yoshizo, mestre em Caratê que adaptou o estilo do Karatê Shotokan, criando um estilo próprio, hoje chamado também de Karate Machida.[1] Integra a equipe Black House ao lado de Antônio Rodrigo Nogueira, Antônio Rogério Nogueira, Anderson Silva, Paulo Filho, Ronaldo "Jacaré" Souza, dentre outros.

Compete atualmente no Ultimate Fighting Championship e já derrotou o ex-campeão da categoria médio (até 84 kg) Rich Franklin, o atual campeão da categoria leve (até 70 kg) B.J. Penn e o ex-campeão da categoria meio-pesado (até 93 kg) Tito Ortiz. Lyoto enfrentou Rashad Evans na disputa do cinturão dos meio-pesados no UFC 98, no dia 23 de maio de 2009, sagrando-se campeão da categoria meio-pesado com um nocaute no segundo round.

No UFC 104 enfrentou Mauricio Shogun pela defesa do cinturão dos meio pesados, ganhou por decisão unanime, este resultado deixou o público revoltado já que Maurício Shogun parecia ter sido mais agressivo, embora menos eficaz. O próprio presidente do UFC disse que haveria revanche.

Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.[2]

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Royce Gracie - História


Royce Gracie (Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1966) é um profissional de artes marciais brasileiro e praticante de jiu-jitsu. É filho do grão-mestre Hélio Gracie e irmão de outros nomes também conhecidos no mundo do Jiu-Jitsu brasileiro e MMA (Mixed Martials Arts) mundial como Royler Gracie, Rickson Gracie, Rorion Gracie, Relson Gracie e outros.

Royce Gracie é faixa-preta de jiu-jitsu 6º dan, teve uma carreira vitoriosa dentro do vale-tudo mundial, sendo três vezes campeão do UFC e obtendo vitórias também no Pride e K-1 MMA (eventos japoneses).

Começo do Gracie Jiu-Jitsu

A família Gracie difundiu o Gracie Jiu-Jitsu pelo mundo e provou que essa arte marcial, desenvolvida através do jiu-jitsu tradicional japonês ensinado por Mitsuyo Maeda, é a arte marcial mais eficaz em combates tipo luta-livre (superando os até então famosos kung fu e karate, que são temas de diversos filmes de ação até hoje). Isso foi feito através de combates reais corpo a corpo, denominados vale-tudo pelo simples fato de valer usar qualquer arte marcial ou qualquer tipo de luta ocidental corpo a corpo. É um combate com poucas regras, no qual os membros da família mostraram que a técnica do Gracie Jiu-Jitsu é superior às outras artes. Essas lutas aconteceram em academias, geralmente as academias dos Gracie, que desafiaram os atletas de outras modalidades e disseram que pagariam a quem os vencesse, chegando até a publicar anúncios em jornal. Eram chamados de desafios Gracie.

Mais tarde, com a maior fama que o Jiu-Jitsu Gracie foi tomando pelo Brasil, alguns integrantes resolveram migrar para os Estados Unidos e lá ensinar o estilo, mas foi difícil conseguir alunos, para isso eles deveriam provar que o GJJ era eficaz. Assim foram reeditados, só que no Exterior, os desafios Gracie em academias a portas fechadas. Dessa forma começou Royce: rapaz franzino, com 1,85m e pesando 80 kg, com sua técnica vencia oponentes de diversas artes; dentre eles o mais famoso foi o adepto do kung fu Jason DeLucia, que não engoliu a derrota, criando assim uma rivalidade entre os dois. Royce vivia nos Estados Unidos, junto com Rorion, que é seu irmão mais velho e treinava em sua academia. Isso foi no final da década de 1980.

Fundação do UFC

Após um tempo ensinando jiu-jitsu nos EUA e provando sua eficácia em combates reais, Rorion conseguiu algum status por lá e assim conseguiu contatos e ser respeitado, angariando alunos famosos e ensinando técnicas de defesa e ataque para a S.W.A.T.. Rorion então pensou que o mundo deveria saber que o Gracie Jiu-Jitsu era a melhor arte marcial e resolveu procurar uma empresa de entretenimento para ajudá-lo a criar um evento nos moldes de um desafio Gracie, mas com maior organização, no qual fossem cobrados ingressos e que fosse transmitido pela televisão paga americana. Após se juntar à empresa SEG, Rorion pôde criar o UFC (Ultimate Fighting Championship) e em 1993 realizar o UFC 1 - The Begining (o palco das lutas era uma jaula de grades em forma de octagóno). O lutador escolhido por Rorion para representar a superioridade do GJJ não poderia ser outro: Royce Gracie, faixa-preta alto e magro, o homem ideal para provar que a técnica podia superar a força. A família se reuniu novamente para treinar e dar apoio a Royce. No evento, todos entraram com o tradicional trenzinho, um atrás do outro, mostrando que todos estavam unidos pelo mesmo ideal e mesmo que apenas um entrasse no ringue os outros estariam ali para ajudar e apoiar. Aconteceu o esperado pelos Gracie: Royce, mesmo mais leve que todos os participantes, chegando a ter disparidades de 30 kg, venceu todos eles por finalização; sagrou-se campeão do primeiro evento oficial do vale-tudo moderno, marcando uma época e chocando o mundo com a técnica do Gracie Jiu-Jitsu.

Royce no UFC

Nesse UFC 1, havia oito participantes de diversas modalidades de luta, por isso Royce fez três lutas na mesma noite. Visando a abrir esse leque, no UFC 2 - No Way Out eram dezesseis os participantes e Royce mais uma vez foi campeão, só que dessa vez com quatro vitórias por finalizações. No UFC 3, logo na primeira fase, Royce enfrentou um folclórico oponente chamado Kimo Leopoldo. Bem mais pesado e com um pouco de conhecimento de solo, Kimo dificultou a luta para Royce, foi uma verdadeira guerra com direito a golpe nos genitais e puxão de cabelo. Após sofrer um castigo imposto por Kimo e seus socos, Royce conseguiu a finalização com um arm-lock invertido. O corpo de Royce não resistiu a essa luta e, muito castigado e cansado, ele não pôde continuar no torneio; chegou a entrar no octágono, mas não lutou.

Apesar do espetáculo da luta de Royce e Kimo no UFC 3, expectadores e fãs do Jiu-Jitsu brasileiro, aguardavam uma vitória plena e não uma desistência. Transparecendo mais como questão de honra, Royce volta no UFC 4. O então público que havia presenciado as três primeiras edições do UFC, agora estava de certa forma, com dúvidas sobre a possibilidade de Royce vencer o campeonato, que a cada edição, tornava-se naturalmente mais acirrado. Enfrentando adversários mais pesados e mais técnicos, Royce venceu a todos, o último, Dan Severn, que havia mostrado ser o provável campeão. Este lutador de wrestling profissional foi finalizado com um triângulo, numa situação que lhe parecia favorável até o último instante. Royce Gracie surpreendeu comentaristas, locutores, milhares de expectadores e principalmente, Dan Severn.

Royce ainda enfrentou Ken Shamrock no UFC 5, em uma luta que durou meia hora. O resultado foi o empate, algo suado, porém frustrante para Royce e os Gracie. Já o oponente Shamrock, que havia sido derrotado por Royce no UFC anterior, comemorou muito o resultado e escreveu também seu nome na história. Após esse evento, Rorion e Royce abandonaram o UFC com alegação de não concordarem com as novas regras, que previam limite de tempo de quinze minutos e trinta nas finais, com decisão dos juízes. Essa regras fugiam aos ideais Gracie, que, com a sensação de missão cumprida, abandonaram o UFC.

Retorno aos combates

Depois de três títulos e reinar absoluto entre 1993 e 1995, ele saiu do UFC invicto e deu uma pausa no MMA até voltar no GP absoluto do Pride em 2000. Mesmo parado há muito tempo, com o esporte até tendo mudado de nome, agora chamado MMA (Mixed Martials Arts) e não mais vale-tudo, ele conseguiu uma vitória sobre o lutador japonês Nobuhiko Takada (lutador de solo vindo do pro-wrestling japonês), na primeira fase e avançou às quartas-de-finais, que seriam disputadas em outro evento.

O melhor lutador do Pride na época era Kazushi Sakuraba (adepto do submission Wrestling), aluno de Takada, e o Pride o colocou contra Royce nas quartas. Nessa noite, o campeão deveria fazer três lutas como nos moldes antigos do UFC. Nesse evento, as lutas eram de um round de quinze minutos, mas essa luta entre Sakuraba e Royce seria sem limite de tempo e só terminaria por nocaute, finalização ou desistência de um dos oponentes. Resultado: uma luta eletrizante, na qual um novo Royce, mais agressivo, mas ainda com antiga raça e coragem dominou os três primeiros rounds (de dez minutos cada) contra Sakuraba, que usou e abusou da estratégia de cansar e desgastar psicologicamente o mais velho e cinco anos inativo Royce. Sakuraba saiu vitorioso e ainda voltou para mais quinze minutos de combate contra o mais pesado Igor Vovchanchyn, nas semifinais, para também desistir e perder. Essa luta entre Royce e Sakuraba é a luta mais longa do Vale-Tudo moderno. Royce, em 2007, conseguiu derrotar Sakuraba, numa revanche.

Royce Gracie foi o membro da família que mais evidenciou a eficácia do Jiu-Jitsu nos ringues do MMA. No entanto, como Marco Ruas havia dito muitos anos antes, só uma especialidade não seria o suficiente para ser um grande campeão. Seria necessário saber lutar em pé, boa formação em boxe, greco romana, judô, entre outras habilidades. Com isso o grande campeão do UFC em suas primeiras edições agora se via obrigado a se adaptar aos novos requisitos: tinha que socar e chutar. A partir de então, Royce conhecia a derrota e se viu encurralado por lutadores não tão pesados como antes, mas, munidos de técnicas de defesa contra finalizações.

Royce Gracie continua sendo um ícone. Representou o Jiu-Jitsu de sua família com honra e coragem, fazendo desta arte marcial um dos requisitos básicos na formação de um atleta de MMA.

Desafio Judo vs Brazilian Jiu-Jitsu

Desde sua adolescência Royce já desafiava representantes de outras artes marciais inclusive do Judô. Percebendo a maior eficiência do "sistema de combate" do Jiu-Jitsu Brasileiro, Royce chegou a inclusive entrar em campeonatos específicos de Judô finalizando facilmente judokas de faixa preta (há muitos vídeos desses desafios dos Gracie, que tinham o costume de registrar suas lutas para provar que haviam vencido).

Em 2003 no Japão, o campeão olímpico de Judô Hidehiko Yoshida aceitou o desafio contra Royce. Em uma luta muito polêmica, Yoshida tentou aplicar um estrangulamento em Royce que não mostrou sinais de que estava sendo estrangulado. Então Yoshida começou a conversar em japonês com o árbitro (que também era japonês) alegando que Royce estava desmaiado. Mas, assim que o árbitro paralisou a luta (acreditando em Yoshida), Royce se levantou reclamando da decisão do árbitro e alegando que não estava sendo estrangulado. Havia começado aí uma rivalidade entre Yoshida e seus discípulos e os Gracie, que teve mais um episódio marcante quando em uma luta contra Shungo Oyama (um discípulo de Yoshida), Ryan Gracie aplicou um armlock, mas Oyama acabou não desistindo e teve seu braço quebrado.

Devido a essa polêmica e ao mistério que havia ficado no ar, logo foi marcada a revanche. Na revanche, agora no Vale Tudo, Royce lutou pela primeira vez sem a parte de cima do kimono e não deu chances a Yoshida, que ao final da luta tinha um ar de completamente derrotado. Entretanto, como as regras dessa luta não previam outra forma de vitória que não fosse por finalização (não haviam juízes para pontuar a luta); a luta foi considerada um empate. Royce ainda lutou nos dois shows de fim de ano do K-1, obtendo uma vitória contra o lutador de Sumô Akebono, de 200 kg, e um empate contra o mais leve Hideo Tokoro. Em 2006, Royce conheceu sua segunda derrota no Vale Tudo, perdeu para o campeão da categoria até 77kg do UFC, Matt Hughes, em luta realizada em março, no UFC 60, quando Royce já tinha 40 anos de idade.

Brazilian Jiu-Jitsu

Com o passar dos anos e com o ganho de novos adeptos e competições sendo criadas, o Jiu-Jitsu Gracie passou a se chamar pelo mundo de Brazilian Jiu-Jitsu, mas ainda hoje, quando um Gracie luta, o estilo associado a ele é o Gracie Jiu-Jitsu, que tem como diferença maior para o Brazilian Jiu-Jitsu o fato de não ser uma arte para disputa de campeonatos e sim para defesa pessoal e combates reais.

Royce na atualidade

Royce é uma lenda viva, um mito que marcou uma era,mas tambem suas lutas foram bem planejadas, além de terem ocorrido durante um periodo em que lutar era mais como briga de bar,do que com tecnica em si, se tornando assim um grande produto da epoca. Tendo como maiores características a raça e a coragem, Royce enfrentou os melhores de sua época e, com muito suor e sangue, venceu a todos. Atualmente ele viaja pelo mundo ministrando seminários e diz que ainda não parou de lutar. Ele ainda luta, com menor freqüência, fazendo apenas uma luta por ano, em média, não está no caminho de cinturões e nem os busca, mas ainda dá um espetáculo para o público.

Rubin Carter - História


Rubin "Hurricane Carter (6 de maio de 1937 - ) foi um boxeador peso médio estadounidense no período entre 1961 e 1966, conhecido por travar uma longa disputa judicial ao ser preso por assassinato.

Prisão

Hurricane foi surpreendido pela polícia quando andava de carro com amigos . Preso por um crime do qual anos mais tarde seria inocentado. Na prisão viu sua carreira de boxeador ir por água a baixo, sendo que era o favorito ao Cinturão de Peso Médio do ano de 1966,isso aos 29 anos de idade.

Junto com seu amigo John Artis foi condenado pelo homícidio de três pessoas em um bar da cidade. Duas testemunhas no local do crime, confirmaram os dois como os autores do tríplo assassinato.

Artis passou 15 anos na cadeia antes de obter sua liberdade. Rubin Carter fica preso até 1985, quando graças à retirada do processo e a anulação da pena, é solto.

Quase 30 anos depois, em 1993, recebeu o Cinturão de Campeão de Peso Médio do Boxe. O episódio foi eternizado na música Hurricane, de Bob Dylan

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Quinton Jackson - História


Quinton Ramone "Rampage" Jackson (nascido em 20 de junho de 1978) é um lutador Americano de MMA que ficou conhecido por suas lutas no PRIDE. É ex-campeão unificado do PRIDE e UFC, na categoria dos meio-pesados (93 Kg / 205 lbs). Tem 29 vitórias e 7 derrotas em seu histórico, e sua marca tradicional é a corrente em volta de seu pescoço, usada antes e depois das lutas.
Quinton “Rampage” Jackson, nasceu em 20 de junho de 1978 em Irvine na Califórnia, treinou na equipe de Juanito Ibarra, antigo e famoso treinador de boxe que já treinou caras como o “Golden Boy” Oscar De La Hoya pro Boxe e o brasileiro Vitor Belfort pro MMA por ex. Hoje em dia, treina na Wolfslair Gym, local de treinamento de outros lutadores, como por ex Michael Bisping.
Possui um cartel de 29 - 7 - 0 (Win - Loss - Draw) 29 vitórias - 14 por nocaute, 7 por submissão e 8 por decisão 7 derrotas – 3 por nocaute, 1 por subimissão, 2 por decisão e 1 por desqualificação
ÌNICIO NO MMA
Quinton estreou em 1999 no MMA vencendo por decisão numa luta movimentada o lutador Mike Pyle, que tem em seu cartel vitórias sobre nomes como Jon Fitch e o bom striker Petras Morkevicius, sua estréia aconteceu em novembro de 1999 na quinta edição do ISCF, em seguida ele lutou também em outros eventos americanos como por exemplo o King of the Cage e o Gladiator Challenge fazendo um boa seqüência em seu cartel de 11 vitórias e 1 derrota.
PRIDE
Quintom teve sua estréia com derrota no Pride em 2001 contra nada menos que o já então ídolo japonês Kazushi Sakuraba, sendo finalizado pela primeira e única vez na sua carreira, apesar da derrota ele estreou no evento impressionando o público e mostrando suas habilidades. A forma como ele perdeu essa luta ainda causa polêmica até hoje, parte do público acha que ele brincou muito na luta e acabou perdendo por isso, outros chegam o ponto de o acusarem de ter vendido se deixando finalizar.
Após esse inicio polêmico, ele teve uma boa seqüência no evento de 10 lutas com 9 vitórias e 1 derrota por desqualificação de golpe baixo contra o japonês Matsui, nessa seqüência de vitórias ele venceu lutadores como o Igor Vovchanchyn e seu compatriota Kevin Randleman... Com isso Quinton então se credencia a participar do GP 2003 e vence por decisão o brasileiro Murilo Bustamante e nas finais Quinton teria a oportunidade de lutar na mesma noite 2 dos melhores lutadores da sua categoria, o ídolo americano do UFC ( e futuro tetradefensor do título dos meio pesados do UFC ) Chuck Liddell e o então Mr. Pride Wanderlei Silva, primeiro venceu o Liddell de forma impressionante colocando em prática seu excelente boxe com várias seqüências e variações de golpes que acabaram com uma intervenção do juiz parando a luta a seu favor no 2º round da luta, porém na seqüência ele não resistiu e perdeu por nocaute no 1º round a final do GP pro brasileiro supercampeão Wanderlei Silva.
Após o final do GP Quinton nocautearia Minowa e enfrenta uma seqüência de 4 adversários brasileiros e inicia ela com direito a um nocaute por slam fantástico sobre Arona, o credenciando assim a lutar novamente com Wand em 2004, luta essa que é colocada por muitos entre as melhores lutas de todos os tempos e o faz conhecer sua quinta derrota na carreira, depois vence Ninja por decisão numa luta com resulto também muito polêmico só que dessa vez a seu favor, e finaliza a seqüência com derrota pro Shogun. Quinton encerra então sua participação no Pride vencendo suas 2 últimas lutas, primeiro contra o japonês Hirotaka e por fim contra o sul-coreano Dong Sik Yoon q inclusive venceu o Melvin Manhoef no K1-Dynamite USA em 2007 e venceu também o Shungo Oyama no Dream 2.
Após rescisão com o Pride, Quinton vence Matt Lindland no WFA – King of the streets, evento que contou com a participação de nomes conhecidos como o Lyoto Machida, por exemplo.
UFC
Em sua chegada ao UFC, Quinton ganha a oportunidade de uma revanche contra o único americano que o derrotou na sua carreira, o Marvin Eastman com nada menos que um Nocaute, em seguida, ao mesmo tempo que concede uma oportunidade de revanche ele ganha a chance de disputar o cinturão contra o então campeão Chuck Liddell que não perdia uma luta desde a derrota para o próprio Quiiton em 2003. Quinton Jackson mais uma vez aposta no seu boxe e manda Liddell pro chão num contra-golpe firme que acaba com a intervenção do juiz diminuindo assim um massacre maior pro ex-campeão. Na sua última luta, Quinton defendeu seu cinturão com sucesso contra seu antigo companheiro de treinos, o americano Dan Henderson vencendo a luta por decisão unânime. Em sua primeira defesa de cinturão, Rampage perde por decisão para o compatriota Forrest Griffin.
Curiosidade: vale lembrar que Rampage lutou nas regras do K1 em 2002 e venceu Cyril Abidi 2 vezes, 1 por nocaute e outra por decisão Cyril Abidi que já venceu vários tops do K1, entre eles o K1 Superstar e tri-campeão Peter Aerts

Kyra Gracie - História


Kyra Gracie Guimarães (Rio de Janeiro, 29 de maio de 1985) é uma lutadora brasileira tricampeã mundial de Jiu-Jitsu. É integrante da renomada família Gracie, que difundiu o esporte no Brasil e no mundo e se tornou referência mundial com seu estilo próprio, que sagrou inúmeros campeões em variados torneios.

Ela é a única mulher da família a competir profissionalmente e a única faixa-preta da família Gracie. Atualmente ela vive nos Estados Unidos da América, onde treina na Renzo Gracie Academy, em Nova York, e na Gracie Barra Academy, em Lake Forest, Califórnia. Participa também da Academia Gracie Barra, no Rio de Janeiro.

Kyra começou aos onze anos de idade e aos quinze era faixa-azul e pesava 50 Kg. Seu avô, Robson Gracie, sempre a inscrevia em campeonatos diversos. Certa vez ela pediu que o avô a inscrevesse no Camponato Estadual, categoria peso-pluma.

Chegando ao local, ela percebeu que não estava inscrita nessa categoria e sim em uma categoria dezenove quilos acima do seu peso e em outra aberta a todos os pesos.

Não se intimidando, ela ganhou as lutas e ainda passou a disputar na categoria aberta, que é chamada de absoluto, o que lhe deu mais autoconfiança.

A consagração veio aos dezesseis anos, quando ela enfrentou CJ Macue no Camponato Pan-Americano. Embora tensa, ela venceu a luta e conquistou a faixa-roxa. A partir daí, Kyra se tornou uma das maiores estrelas do Jiu-Jitsu mundial, derrotando atletas excelentes e difíceis. Sem dificuldades, ela derrotou a judoca Thyciane Salgado, de Fortaleza, Ceará, duas vezes vencedora do Campeonato Universitário pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Ceará.

Thyciane era tida como uma adversária difícil, em virtude de sua carreira brilhante no Judo, mas Kyra provou ser mais rápida e mais forte, derrotando a oponente em apenas cinco minutos. Ela também impôs notórias derrotas sobre a excelente competidora cearense (de Jiu-Jitsu) Celina Rodrigues Gurgel e sobre a lutadora de Submission Drylinie Maynessa Scapin, de Chapecó, Santa Catarina. Mais tarde, Kyra provou sua supremacia no esporte, ganhando da extraordinária lutadora de Jiu-Jitsu Leka Vieira.

No Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu 2008, Kyra obteve a medalha de ouro no peso-leve, ao vencer a competidora Luana Alzuguir. No Campeonato Mundial de 2008, disputado em Long Beach, na Califórnia, ela sagrou-se mais uma vez vencedora nas categorias leve e absoluto.

Em 27 de julho de 2008, Kyra venceu o Rio Open Internacional de Jiu-Jitsu, que foi disputado no Rio de Janeiro. Ela lutou pela categoria leve e venceu Rosalinda Ferreira. Em 14 de novembro de 2008, Kyra venceu o Campeonato Brasileiro de Equipes. Em 20 de dezembro de 2008, Kyra se sagrou campeã do torneio Capital Challenge, realizado na Jordânia, derrotando a competidora Carol DeLazzer em disputa apertada.

Titulos:


Três Campeonatos Mundiais (2004, 2006 e 2008)
Dois Campeonatos ADCC World Championship (2005 e 2007)
Cinco Campeonatos Pan-Americanos (2001, 2002, 2003, 2005 e 2007)
Seis Campeonatos Brasileiros (1998, 1999, 2000, 2001, 2004 e 2008)
Seis Campeonatos Estaduais (1998, 1999, 2000, 2001, 2002 e 2006)
Um Campeonato Asiático (2006)


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Randy Couture - História


Randy Couture, é um atleta norte-americano de Luta Olímpica e MMA.

Randy Couture foi 3 vezes campeão mundial dos pesos pesados do UFC, e está incluído no seu hall da fama. Sua carreira teve início na Luta Olímpica e se tornou um renomado lutador na modalidade, chegando a conquistar uma medalha olímpica.

O atleta é lutador de vale-tudo(MMA) há dez anos e se consagrou como um dos mais importantes lutadores de MMA da história, tendo sido campeão mundial do UFC em diferentes categorias, feito nunca repetido. Chegou a anunciar recentemente a sua aposentadoria ao ser derrotado por Chuck Liddel na disputa do título mundial do UFC na categoria dos meio-pesados, mas pouco depois desafiou o campeão mundial dos pesos pesados Tim Sylvia e novamente se sagrou campeão do UFC. Couture fez a sua primeira defesa de título aos 44 anos e acabou derrotando o brasileiro Gabriel "Napão" Gonzaga, por um nocaute técnico. No mundo das lutas, todos esperam por um combate contra Fiódor Emelianenko, o campeão dos peso pesados do PRIDE. Na última luta, realizada pelo UFC91, na madrugada de 16/11, Couture enfrentou o gigante Brock Lesnar. Couture entrou no octagon aclamado por todo o público que lotava o MGM Grand Arena; já Lesnar ouvia uma vaia ensurdecedora. Na hora do combate, quem esperava que o gigante iria se afobar diante do experiente campeão, se enganou. Lesnar se saía bem na trocação, graças ao seu forte punch, e derrubou Couture algumas vezes no primeiro round. Tranqüilo no combate, o campeão parecia administrar bem a luta, mas acabou surpreendido no segundo round. Lesnar desferiu uma joelhada, Couture sentiu, levou ainda mais um golpe e caiu, onde foi alvo de uma série de socos, até o juiz interromper a disputa e declarar o nocaute técnico. “Eu não consigo acreditar”, vibrou Lesnar ao conquistar o cinturão. Com a vitória, Brock Lesnar se tornou o novo campeão dos pesos pesados do UFC, e aguarda o vencedor do duelo pelo cinturão interino, Frank Mir, para unificar o título.

Jorge Patino - História


Jorge Luis Patino é lutador profissional de Brazilian jiu jitsu e Mixed Martial Arts, mais conhecido no universo das lutas como Macaco, nasceu no dia 8 de Maio de 1973 em São Paulo. É praticante de brazilian jiu jitsu desde 1991 e faixa preta desde 1998. Também pratica Muay Thai e Boxe. Foi aluno de Valdomiro Perez Júnior e Roberto Godói.

Com esse último, abriu uma famosa e bem sucedida academia em São Paulo, a Godói Macaco, hoje extinta. Jorge é o único paulista que já participou do Cage Rage (2006), do Pride Bushido(2004), do Ultimate Fighting Championship(1999) e do Deep(2001), todos grandes eventos de Mixed Martial Arts. No Vale Tudo, possui um cartel de 38 lutas, 29 vitórias, 22 nocautes em menos de 1 minuto, 1 empate e 8 derrotas.

Atualmente, Macaco é empresário, lutador de Vale Tudo e professor de artes marciais. Possui uma academia na zona sul de São Paulo, no bairro Chácara Santo Antônio(Rua: Cancioneiro Popular), a Macaco Gold Team, com várias filiais no Estado e filiais no restante do Brasil e ainda no exterior.

Históricos de conquistas

Mixed Martial Arts
Pentacampeão Brasileiro
Campeão do Torneio dos Gladiadores 1 (Ago/1996)
Campeão do Torneio dos Gladiadores 3 (Set/1996)
Campeão do Jungle Fight 1 (2003)
Campeão do Jungle Fight 3 (2004)
Campeão do Jungle Fight 4 (2005)
Campeão do Meca World Vale Tudo 10 (2003)
Campeão do Show Fight III (2005)
Campeão do Cage Rage 16 (2006)

Jiu-Jitsu

Tetracampeão Internacional de Master
2 vezes Campeão Mundial Master: 2004 e 2005
Campeão 2º Desafio Brasil x Japão
Campeão Desafio 3º Black Belt
Campeão Brasileiro - Vila Velha - ES
Bicampeão da Taça da Amizade - Rio/São Paulo
Bicampeão do Pan Americano
Bicampeão do Open Gracie
Bicampeão do 3o. Black Belt Holywood - LA
Tetracampeão Copa Pacific Royler Gracie - Hungtinton Beach - LA
9 vezes Campeão Paulista

Submission Fight

4º colocado no ADCC Submission Wrestling World Championship
Campeão do Audicon (vencendo 5 lutas e lutando em 50 minutos)
Campeão da copa FEPALO na sua categoria e absoluto

Ryan Gracie - História


Ryan Gracie (Rio de Janeiro, 14 de agosto de 1974 — São Paulo, 15 de dezembro de 2007), foi um lutador brasileiro de Jiu-Jitsu. Ryan era membro da família Gracie e neto de Carlos Gracie, um dos criadores do Brazilian Jiu-Jítsu. Ganhou cinco lutas no evento PRIDE, a Copa Company McDonald’s de Judô, o Panamericano de Jiu-Jitsu em 1997, o Campeonato Brasileiro de 1997 e o Campeonato Sem kimono.

Ryan Gracie foi preso em 14 de dezembro de 2007, após ter roubado um carro e tentado roubar uma moto. Segundo o delegado, o lutador foi medicado e dopado no local e demonstrou tranqüilidade. No dia 15 de dezembro, foi encontrado morto na delegacia.

Gênio dificil

De acordo com a policia e os familiares, Ryan era uma pessoa de gênio bastante dificil, tendo sido preso diversas vezes. Em março de 2000, Gracie ficou dezoito dias preso no Rio de Janeiro, sua cidade natal, acusado de esfaquear um estudante durante uma briga que destruiu uma casa de festas na Barra da Tijuca.

Em 2005, foi preso em São Paulo, acusado de agredir fisicamente um policial civil e xingar uma delegada dentro do 78º DP, nos Jardins. Ryan também era envolvido com drogas.

Laudo médico
O laudo divulgado[3] em 18 de fevereiro de 2008 aponta a combinação de substâncias na corrente sangüínea e a não-remoção para o hospital como causas da morte do lutador. O promotor do caso pretende acusar o psiquiatra que atendeu Ryan por homicídio doloso.

“O que mais chama a atenção é a quantidade de drogas que foram usadas ao mesmo tempo. Uma interage com a outra, o que pode aumentar o número de efeitos colaterais. Nesse caso, principalmente os cardíacos. O coração pode começar a bater fora do ritmo e entrar num quadro mais grave, que pode levar a parada cardíaca", aponta Marcelo Feijó De Mello, psiquiatra da Unifesp.

Prosseguimento do inquérito
Em fevereiro de 2008, o advogado[4] Pedro Lazarini, que defende o psiquiatra, pediu a reconstituição do caso, sob a alegação de que a polícia impediu a remoção de Ryan para um hospital na noite de 15 de dezembro. Ao mesmo tempo, Sabino foi indiciado por homicídio culposo ( o promotor pretende modificar para doloso), com base no laudo médico, que apontou pelo menos sete substâncias ingeridas pelo lutador.

Em abril de 2008, Sabino Faria foi acusado[5] de corrupção passiva. Ele teria oferecido dinheiro para um carcereiro do 91º Distrito Policial, do Ceasa, na Zona Oeste de São Paulo, para que seu paciente tivesse regalias na carceragem da delegacia. A denúncia por corrupção contra o médico foi feita pelo Grupo de Atuação Especial e Controle Externo da Atividade Policial (Gecep). “A vantagem indevida oferecida e prometida deveria causar e, de fato, causou amplas facilidades para o médico na carceragem do distrito”, disse a polícia.

Anderson Silva - História


Anderson da Silva (Curitiba, 14 de abril de 1975) é um lutador brasileiro especialista em muay thai e em MMA.

Carreira

No MMA luta desde 2000 no Shooto onde lutou no Mecca e no evento japonês Shooto. Em 2001 foi o campeão dos pesos médios do evento.

Em 2002, Silva passou a combater no PRIDE. Em sua primeira luta venceu Alex Steibling. Anderson venceu também o então campeão dos pesos meio-médios, o canadense Carlos Newton. Silva ganhou com uma joelhada depois de Newton tentar golpeá-lo.

Em 2004, Silva foi para o Cage Rage, na Inglaterra, onde foi campeão na categoria de pesos-médios.

No ano de 2006, Silva passou a combater no Ultimate Fighting Championship no evento Ultimate Fight Night 5, com vitória sobre Chris Leben. No dia 14 de outubro de 2006, no UFC 64, Anderson Silva teve a oportunidade de disputar o cinturão da categoria de pesos-médios no UFC contra Rich Franklin, onde venceu no primeiro round. Ele permanece com cinturão até o momento.

Em entrevista realizada no mês de setembro de 2008 para o programa "Sensei Sportv", do canal Sportv, Anderson Silva declarou que pretende se aposentar em dois anos.

Gabriel Gonzaga - História


Gabriel Gonzaga (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1979) é um atleta de artes marciais misturadas (MMA) brasileiro. É praticante de Brazilian Jiu-Jitsu (Ou Jiu-Jitsu Brasileiro) e é pertencente à academia Chute Boxe. É conhecido pelo apelido de "Napão"

Carreira

Sua estréia no MMA foi em 2003 e sua estréia no Ultimate Fighting Championship foi em 2005 no UFC 56. No UFC 70 derrotou Mirko Filipovic (Cro Cop) na disputa pelo cinturão dos pesos-pesados (Que seria com Randy Couture). Na luta com Couture, Napão acabou perdendo.

Chuck Liddell - História


Charles David Chuck " The Iceman " Liddell (Santa Barbara, 17 de dezembro de 1969) é um lutador americano de Artes Marciais Misturadas (MMA). É lutador do Ultimate Fighting Championship, tendo sido campeão na categoria Meio-pesado. Começou treinando Karate Kenpo e Wrestling no colegial, depois entrando para o mundo do Kickboxing e finalmente no MMA. Chuck Liddell começou no MMA em 98. Desde então, vem escrevendo seu nome na história do esporte e sendo cotado como um dos melhores de todos os tempos em sua categoria (Meio-Pesado).Conhecido pelo seu poder de nocaute, Chuck é praticante de Wrestling e kickboxing.

Liddell é um dos mais respeitados lutadores do UFC, ja tendo derrotado nomes como Kevin Randleman, Wanderlei Silva, Alistair Overeem, Guy Mezger, Tito Ortiz, Vítor Belforte Randy Couture.Recentemente Lidell perdeu seu título do UFC para Rampage Jackson,este título valido pela categoria de meio-pesados.

Bob Sapp - História


Robert Malcolm Sapp (Colorado Springs, 22 de Setembro de 1972) conhecido como Bob Sapp, é um lutador de vale-tudo e jogador de futebol americano estadunidense. Tem uma estatura de 1,96m de altura,sendo extremamente forte, e pesando 159kg[1], sendo chamado também como The Beast[2]. Participou de várias lutas no MMA, inclusive contra o brasileiro Rodrigo Minotauro, a qual saiu derrotado com uma chave de braço.

Kazushi Sakuraba - História


Kazushi Sakuraba (Em japonês: Sakuraba Kazushi. Katagami, 14 de julho de 1969) é um lutador de MMA japonês. Já lutou em eventos como Ele tem concorrido para UWFi, Reino Pro Wrestling, Ultimate Fighting Championship, PRIDE, e K-1 HERO'S. Atualmente está no DREAM, que susbstitui o HERO'S. Ele é conhecido como Gracie Hunter (algo como Caçador de Gracies) por já ter derrotado integrantes da Família Gracie, conhecida pelo desenvolvimento do jiu-jitsu brasileiro. Entretanto, em 2007, numa revanche, Royce Gracie conseguiu derrotá-lo.
Na sua época escolar era lutador amador. Sua estréia foi luta livre em 1993 na UWF. Sua carreira no MMA inciou em 1997 no Ultimate Fighting Championship (Evento UFC Japão) quando derrotou Marcus Silveira. Em 1998, passou a integrar o PRIDE. No PRIDE derrotou atletas como Vitor Belfort, Ebenezer Fontes Braga, Kevin Randleman e Quinton Jackson. Também no PRIDE conseguiu derrotar os irmãos Royler, Royce, Renzo e Ryan Gracie, sendo assim ficou conhecido como Caçador de Gracies. Royce Gracie conseguiu bater Sakuraba em uma luta com rounds contados (diferente do primeiro combate entre os dois - uma verdadeira prova, por tratar-se de uma luta sem limite de tempo). A luta, muito monótona, terminou em uma decisão unânime para Royce que lutou com objetivo claro de ganhar nos pontos. O combate permanece muito controverso por ter-se averiguado que Royce apelou para o uso de algum tipo de esteroide. Sakuraba enfrentou e foi massacrado pelo lutador de vale-tudo brasileiro Wanderlei Silva três vezes, apesar da disparidade de peso entre os dois. A partir de 2006, passou a atuar nos eventos do K-1, como o HERO'S e K-1 Dinamite. Em 2008, integrará o DREAM. Sakuraba é considerado por muitos a maior lenda viva do MMA moderno.

Curiosidades

Sakuraba sempre lutou com tranquilidade, como se estivesse num treino e não numa luta com milhares de expectadores. O interessante é que conforme o combate se desenrolava ele ficava mais seguro, tendo um domínio psicológico sobre o adversário que ficava sem saber ao certo o que fazer. Wanderlei Silva; analisou esta particularidade e decidiu não dar tempo para Sakuraba crescer na luta. A temporada do "carrasco de brasileiros" chegava ao fim.

Antônio Rogério Nogueira (Minotouro) - História


Antônio Rogério Nogueira, também conhecido como Minotouro, é um lutador brasileiro de vale-tudo. É irmão gêmeo de Minotauro (Antônio Rodrigo Nogueira), e são famosos lutadores no cenário do vale tudo mundial.

Minotouro luta na categoria até 93kg e é considerado um dos TOP 10 pimpão da categoria. Suas principais habilidades são o Jiu-Jitsu, Boxe, Muay Thai e Wrestling.

No boxe atuou nos Jogos Pan-americanos de 2007 na categoria super-pesados e ganhou bronze.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Fiódor Vladímirovitch Emelianenko "Fedor" - História


Fiódor Vladímirovitch Emelianenko (em russo: Фёдор Владимирович Емельяненко) nasceu em 1976 na região de Rubejnoe, Lugansk, Rússia. Filho de Olga Fiodorovna, professora, e de Vladimir Aleksandrovitch, soldador. É o segundo filho da família. Tem também uma irmã e dois irmãos, um deles, Aleksander, também lutador (inclusive também participou do PRIDE). Em 1978 sua família mudou-se para a região do St. Oskol Belgorod. O seu interesse por desportos de luta começou com o Judô e o Sambô. Em 1991 terminou a escola e entrou na faculdade a qual termina em 1994. De 1995 até 1997 serviu o exército Russo, onde continuou o seu interesse pelo desporto de combate. Em 1999 casou com Oksana. Em 1999 nasceu sua primeira filha, Macha. Em 2006, rompeu com sua esposa e começou uma nova família com sua namorada Marina. Em 29 de dezembro de 2007, sua segunda filha nasceu, Vassilissa. No seu tempo livre, ele gosta de ler, ouvir música.
Fiódor Emelianenko é amplamente considerado, há vários anos, como o melhor lutador de MMA do mundo, considerando igualmente todas categorias de peso, e por unanimidade o melhor lutador de MMA dos pesados (mais de 93kg). Com 1,83m de altura e 106.5kg, socos muitos rápidos e fortes, um fôlego de dar inveja, e com um dos melhores "Ground 'n' Pound" do mundo, Fiódor possui um registo de 31 lutas, sendo 29 vitórias, um No Contest - Accidental Cut (sem resultado, corte gerado por um golpe ilegal - cabeçada, foi um acidente entre Fiódor e Minotauro) e apenas uma derrota (cotovelada ilegal no 1ª round onde abriu um corte), a luta foi interrompida por pedido médico TKO - doctor stoppage, Fiódor ainda estava inteiro (na verdade fora o primeiro soco da luta, aos 17 segundos).
Um aspecto interessante da vida deste lutador, é o seu treino: dono de uma força descomunal, Fiódor não é praticante de musculação. O seu treino físico consiste em corridas de longa distância, trabalhos com elásticos, exercícios com o peso do próprio corpo, elevações de braços. Além disso, o campeão também realiza alguns exercícios algo estranhos. Num deles, utiliza uma pesada marreta, que usa para bater num pneu no chão. Talvez seja este o segredo da sua força e condicionamento físico fenomenal.
O lutador também é adepto de uma técnica de treino físico da Rússia, chamada "kettlebell". Consiste em uma esfera de ferro com uma espécie de alça para segurar. Com ela, é possível fazer uma variedade de exercícios, sendo excelente para o trabalho dos posteriores da coxa, bíceps femoral, região lombar e principalmente ombros. O peso de cada esfera varia muito, podendo-se encontrá-las pesando desde 10 kg até impressionantes 40 kg. Esse equipamento foi amplamente utilizado pelos militares soviéticos durante a Guerra Fria. À princípio, era apenas um projétil de canhão com alça utilizado como peso; hoje existem diversos exercícios que trabalham o corpo todo em poucos minutos.
Apesar de todas essas curiosidades acima mencionadas, oque podemos destacar no "Fedor" é o que os praticantes de artes marcias chamam de "sangue no olho", ou seja, uma vontade incrível de vencer, aliada a uma explosão de golpes. Muitos lutadores lutam como se estivessem treinando. Fedor ao dar um soco, faz isso como poucos. Ele parece um sujeito calmo, vê-lo lutar com toda sua vontade assusta. Os fãs brasileiros, costumam chamá-lo de "O allien", apelido justo, já que não parece ser humano dentro do ring.

Rickson Gracie - História



Rickson Gracie é um artista marcial praticante do Jiu-Jitsu Brasileiro ou Jiu-Jitsu Gracie e ex-lutador de MMA e vale-tudo. Atualmente mora nos Estados Unidos e é reconhecido mundialmente como "A Lenda". Possui 487 lutas entre desafios, Vale tudo, MMA, Torneios de Jiu-Jitsu, Sambo e Luta livre, todas vencidas por finalizações, o que lhe confere o título de maior lutador de todos os tempos.
Nascido no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro a 20 de novembro de 1958, é um artista marcial e ex-lutador de MMA e vale-tudo.
Possui o 7º dan de em Jiu-Jitsu brasileiro. É o mais vitorioso membro da renomada família Gracie no Jiu-Jitsu, sendo considerado por muitos uma lenda da "arte-suave".
Sua carreira em MMA e Vale-Tudo, porém, é menos significante que a de muitos outros membros da família. A invencibilidade de Rickson é questionada por ser fruto de embates contra lutadores pouco conhecidos. Adiciona-se a isso o fato de Rickson não ter enfrentado Kazushi Sakuraba, que havia derrotado outros quatro membros da família.
É o terceiro filho de Hélio Gracie. Sua família foi responsável pela criação de um sistema de combate denominado de Jiu-Jitsu Brasileiro' ou Jiu-Jitsu Gracie, que basicamente usa o peso e a força do adversário contra ele mesmo. Essa característica da luta possibilita que um lutador, mesmo sendo menor que o oponente, consiga vencer. Outra característica marcante o diferencia de outras artes: suas avançadas técnicas de luta de chão, com as quais é possível finalizar um adversário por meio de uma queda. É possível também o uso de torções com ambos deitados. O sistema provou ser nos ringues o mais eficiente de luta do mundo.
Rickson e sua família venceram diversos desafios no Brasil durante décadas, numa época em que o vale-tudo era brutal, por isso a família Gracie é sinônimo de temidos lutadores e odiados e idolatrados por muitos, mesmo em sua terra natal.
História do Jiu-jitsu
Em 1917, Mitsuyo Maeda, também conhecido como conde Koma, foi enviado ao Brasil em missão diplomática com o objetivo de receber os imigrantes japoneses e fixá-los no país.
Sensei da Academia Kodokan de judô, Maeda ensinou Carlos Gracie, em virtude da afinidade com seu pai, Gastão Gracie. Carlos, por sua vez, ensinou a seus demais irmãos, em especial a Hélio Gracie. Neste ponto surgem duas teorias. A primeira alega que Maeda ensinou somente o Judô de Jigoro Kano a Carlos, e este o repassou a Hélio, que era o mais franzino dos Gracie, adaptando-o com grande enfoque no Ne-Waza - técnicas de solo do judô, ponto central do Jiu-Jitsu desportivo brasileiro.
Para compensar seu biotipo, a partir dos ensinamentos de Carlos, Hélio aprimorou a parte de solo pelo uso do dispositivo de alavanca, dando-lhe a força extra que o mesmo não dispunha.
A segunda teoria, apoiada pelos Gracies, fala que Maeda era, também, exímio praticante de Jiu-Jitsu antigo, como Jigoro Kano, e foi essa a arte que ensinou ao brasileiros. Porém, em uma recente entrevista, Hélio Gracie afirma que "Carlos lutava judô". Mas o certo é que o Jiu-Jitsu tradicional de muito difere do praticado no Brasil atualmente. Este possui mais imobilizações, chaves e finalizações, privilegiando o uso da técnica em detrimento da força.
Década de 1970 e de 1980
Durante décadas, havia grande rivalidade entre os lutadores de Jiu Jitsu e de luta livre, havendo assim, diversas lutas desde os primórdios do Jiu-Jitsu até os tempos atuais. Por diversas vezes, houve a invasão de academias para que houvesse lutas pela honra e hegemonia.
A Família Gracie, conhecendo a eficácia e superioridade do Jiu-Jitsu Brasileiro, promoveu durante décadas, desafios a "portas fechadas". Chegavam a anunciar até mesmo nos jornais tais desafios prometendo recompensa para quem os vencessem nos desafios de Vale- Tudo . Todos os mestres e desafiantes das outras artes marciais foram vencidos facilmente por membros da família Gracie.
Assim, nesse ambiente Rickson cresceu, seu simbólico foi moldado para ser não qualquer guerreiro, mas simplesmente O Melhor.
Os desafios de Rickson se davam dentro das academias ou nas ruas. Como exemplo de tais desafios, podemos citar um evento ocorrido nas praias do Rio de Janeiro, onde Rickson Gracie venceu o duelo travado com Hugo Duarte, assim, posteriormente, um grupo de aproximadamente 30 lutadores de Luta Livre invadiram a academia de seu pai, onde Rickson treinava para espancá-lo. Hélio Gracie disse: "O Rickson vai lutar", e assim ocorreu a revanche onde Rickson fora sagrado novamente vencedor.
Assim, nos anos 80, Rickson travou cerca de 231 combates de Vale- Tudo (nacionais e internacionais), sagrando-se vencedor em todos por finalização. No Brasil, a rivalidade entre o Jiu-Jitsu e a Luta Livre era tamanha, que houve a necessidade de se provar ao público, qual arte marcial e lutador era superior, assim, foi organizada uma luta entre Rickson e o temido Rei Zulu, com isso, após Rickson Gracie vencer por duas vezes o grande Rei Zulu (que estava no auge e há 150 lutas invicto), nunca mais teve desafiantes a altura enquanto lutou.
Características de suas lutas
Invicto, nunca perdeu um combate das 460 lutas disputadas; Rickson possuía uma impressionante técnica e maneira peculiar de se derrubar o oponente, sempre impunha a sua maneira de lutar frente aos demais com superioridade absoluta; conseguia anular facilmente qualquer oponente, vencendo sempre por nocaute ou finalização num curto espaço de tempo. Nos campeonatos de Vale-tudo que disputou no Japão, foi consagrado vencedor, saindo de suas lutas totalmente ileso
Carreira no Vale-Tudo
Antes de existir MMA, havia no Brasil as lutas de Vale-Tudo; Rickson venceu centenas de lutas deste molde sangrento, em duelos nas ruas ou em lugares fechados (academias), vencendo todas por finalização. (carece de fontes)
Carreira no MMA
Rickson Gracie medindo 1,78m e pesando 84 kg, venceu todos os campeonatos de vale-tudo que disputou como: Japan Free Style Championship 1994, Japan Free Style Championship 1995, Pride 1, Pride 4, Closseum 2000, totalizando 11 lutas com 11 vitórias, todas por finalização.
Após a morte de seu filho Rockson em 2000, nunca mais lutou.
O Retorno
Em entrevista exclusiva a Denis Martin da Sherdog, Rickson confirmou seu provável retorno aos ringues em 2008, (mais provavelmente na modalidade K-1), quando completará cinqüenta anos de idade: "Se o preço for justo, voltarei a competir". Posteriormente, pelo fato de não ter conseguido entrar em acordo financeiro na modalidade K-1, em Novembro de 2008, Rickson decreta sua aposentadoria no mundo do MMA em entrevista exclusiva para revista TATAME: "Não vejo a possibilidade de lutar de novo.". Total de lutas= 11 Vitórias= 11 Derrotas= 0 (carece de fontes)
Controvérsia
Rickson tem até então uma derrota, no campeonato Americano de sambo de 1993, em Norman, Oklahoma, onde ele foi derrotado pelo americano Ron Tripp por "Vitória Total" por uchi-mata em 45 segundos. Rickson não aceitou sua derrota, aclamando que estava desinformado sobre as regras do evento

domingo, 29 de março de 2009

Hélio Gracie - História


Hélio Gracie (Belém do Pará, 1 de outubro de 1913 - Itaipava, 29 de janeiro de 2009), junto com o patriarca da família Gracie Carlos Gracie, foi responsável pela difusão do Jiu-Jitsu no Brasil e idealizador do estilo conhecido mundialmente como Brazilian Jiu-Jitsu.
Descendente distantes de escoceses, quando era apenas uma criança sua família mudou-se para o Rio de Janeiro. Devido à sua frágil saúde, Hélio, o mais franzino dos Gracie, não podia treinar o Jiu-Jitsu tradicional ensinado pelos seus irmãos, especialmente Carlos Gracie.
Observador, Hélio passou a acompanhar, dos seus treze aos dezesseis anos, as aulas ministradas por Carlos. Aprendeu todas as técnicas e ensinamentos de seu irmão, mas, para compensar seu biotipo, Hélio aprimorou a parte de solo tradicional, através do uso do dispositivo de alavanca, dando-lhe a força extra que não possuia, criando assim o Brazilian Jiu-Jitsu.
No dia 29 de janeiro de 2009, aos 95 anos, Hélio Gracie faleceu e deixou como legado as raízes do esporte que ensinou e difundiu por todo o planeta.
Primeiras Lutas
Hélio começou sua carreira de lutas quando finalizou o lutador de boxe profissional Antonio Portugal em 30 segundos em 1932. No mesmo ano Gracie lutou contra o estadunidense Fred Ebert por 14 rounds de 10 minutos cada, até que a luta foi interrompida pela polícia.
Em 1934, Hélio lutou contra Wladak Zbyszko, que era chamado de "campeão do mundo", por 3 rounds de 10 minutos. Esta luta terminou empatada.
Lutas contra Judocas
Em 1932 Hélio Gracie lutou contra o judoca Namiki. A luta terminou empatada, mas segundo a família Gracie o sinal do fim da luta tocou segundos antes que Namiki batesse o braço. Hélio enfrentou duas vezes o judoca japonês Yasuichi Ono, depois que o japonês estrangulou o irmão George Gracie em outra luta. Ambas as lutas terminaram empatadas. Hélio Gracie também lutou contra o judoca japonês Kato duas vezes. A primeira luta, no estádio do Maracanã terminou empatada. Hélio pediu então uma segunda luta, realizada no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Hélio ganhou a segunda luta estrangulando Kato.
Em 1955, Hélio Gracie lutou contra o judoca Masahiko Kimura no Maracanã.[2] Kimura ganhou usando uma chave de braço chamada ude-garame - que mais tarde seria chamada de kimura pelos gracies. Em 1994, durante uma entrevista, Hélio Gracie admitiu que ficou inconsciente ao ser estrangulado por Kimura, mas que reviveu e continuou lutando. A luta terminou com Kimura quebrando o braço de Hélio, que se recusava a bater (desistindo da luta). Seus técnicos então jogaram a toalha, terminando a luta. A imprensa brasileira relatou a luta como uma "vitória moral" de Hélio Gracie.

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